domingo, 31 de agosto de 2014

Entrevista sobre o livro do MAC no Jornal O Estado do Maranhão (31 de Agosto de 2014)


Matéria com o professor e autor do livro do Maranhão Atlético Clube no Caderno de Esportes do Jornal O Estado do Maranhão, dia 31 de Agosto de 2014.




quarta-feira, 27 de agosto de 2014

PÔSTER - Expressinho Futebol Clube - de volta à elite em 2014


Homenagem do Blog Futebol Maranhense Antigo ao Furacão da Cohab pelo acesso à elite do futebol maranhense. De fora da primeirona desde 2001, o Expressinho Futebol Clube retorna à Série A do Campeonato Maranhense pós vencer o Timon por 3 a 1. O Furacão da Cohab agora espera o vencedor do confronto entre Sabiá e Boa Vontade, para saber quem será o adversário na decisão da Segundinha Maranhense.


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ÁUDIO - Entrevista sobre livro do Maranhão Atlético Clube no "Bola na Rede" (Rádio Mirante AM) - 28.08.2014


Entrevista com Hugo Saraiva, autor do livro "Salve, Salve, meu Bode Gregório: a História do Maranhão Atlético Clube" no programa "Bola na Rede", da Rádio Mirante AM, dia 28 de Agosto de 2014.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

João Elias Mouchrek


Matéria de Edivaldo Pereira Biguá e Tânia Biguá, página "Onde Anda Você?", do Jornal O Estado do Maranhão, de 23 de Outubro de 2000

 João Mouchrek

Há cerca de dois anos estamos mantendo contado com o senhor João Elias Mouchrek, no intuito de colher dele informação sobre o esporte maranhense do passado e principalmente sobre a fundação do Moto Club de São Luís, entidade hoje voltada para a prática do futebol, que um grupo de amigos resolveu criar em 13 de Setembro de 1937, por conta do gosto pelo motociclismo. Enfim, nos recebeu. Contou um pouco de sua vida e do esporte. Além do motociclismo, praticou futebol, atletismo, basquetebol, boxe e voleibol. Doou muito tempo de si ao Moto. Aos 90 anos de idade, exercita-se todos os dias e acompanha tudo sobre as mais variadas modalidades esportivas nos canais de televisão. Na companhia dos filhos, netos e amigos, bebe cerveja, vinho e uísque. Tem consciência de que é uma referência para todo o clã Mouchrek.

O sobrenome de uma família simples oriunda do Líbano é respeitado em todo o Maranhão. As irmãs Benedita e Chames (tias-avós de João) construíram a história dos Mouchrek quando acreditaram no Brasil. Em 1880, no governo de Dom Pedro II, elas desembarcaram no Rio de Janeiro, esperançosas de construir um futuro. Foram aconselhadas a morar no Maranhão, capitania que estava em franco desenvolvimento. Apostaram em São Luís e, rapidamente, perceberam uma cidade promissora à vista, cheia de gente receptiva e amiga. Alojaram-se e dez anos depois tiveram condições de trazer para cá o irmão Elias (pai de João).

Assim que chegou a São Luís, Elias Mouchrek apaixonou-se pela libanesa Maria Francis, recém-chegada com ele. Casaram-se em 1901 e foram trabalhar no comércio da cidade vizinha de Teresina. A família cresceu com a chegada dos cinco filhos: Malvina, Miguel, Eduardo, Nagib e João. E como o dinheiro era farto, o casal foi matar a saudade do Líbano, aproveitando para mostrar as crianças.

Hoje, aos 90 anos, seu Mouchrek conta a virada do destino, que os forçou a continuar no Líbano mais tempo do que o previsto. “Papai estava cheio do dinheiro. Comprou uma casa nova para meus avós, fez festa e enaltecia o Brasil como uma terra que dava oportunidades aos estrangeiros. Tudo caminhava muitíssimo bem quando estourou a primeira grande Guerra Mundial (1914) e fomos obrigados a ficar por lá. A guerra terminou em 1918. Com mais dois anos de trabalho árduo, meu pai juntos dinheiro e retornou ao maranhão somente com Miguel, meu irmão mais velho dentre os homens”.

No final de 1920, seu Elias teve condições de trazer a mulher e outros quatro filhos de volta a São Luís. João estava com 10 anos de idade. Com o sangue para o comércio, como não poderia deixar de ser, acabou sendo matriculado na Academia Maranhense de Comércio.

Em 1922 viu nascer o Sampaio Corrêa Futebol Clube. “Os times maranhenses famosos da época eram Luso Brasileiro, Fênix, Tupan, Sírio Brasileiro, Fabril, Tupi e Santa Cruz. Existiam outro que não me recordo no momento”.

Em 1929 empregou-se como tesoureiro da Chames Aboud S/A Comércio e Indústria, que funcionava na Praia Grande, berço do comércio de São Luís. Admirava o Sírio Brasileiro, clube desfeito em 1929. “Um grupo dissidente fundou em 1932 o maranhão Atlético Clube”, relembra.

O jovem João Mouchrek sabia como ninguém trabalhar com dinheiro. Seguro, começou a poupar, conseguindo sua independência financeira. Comprou uma moto importada (não existia modelo nacional) e passou a fazer parte do grupo privilegiados que se exibiam e participavam de corridas pelas ruas calmas e tranquilas de São Luís. “A cidade parava para ver nossas disputas”. Eles saíam da Praça Gonçalves Dias rumo â Beira-Mar e outras ruas do Centro.

Os privilegiados motociclistas resolveram fundar um clube. Simão Félix, Jaime Pires Neves, os irmãos Nagib, Emílio e João Elias Mouchrek, Victor, José e Raimundo Serejo, os professores, Ambrósio e Newton Pavão, Alberto Aboud, Zé Mamá e João Lélis dos Santos (João Águia) reuniram-se no dia 23 de Setembro de 1937 para fazer o Moto Club de São Luís. Um ano depois foi criado o departamento de futebol. “Nessa época nos espelhamos no famoso time paulista do Palestra Itália (hoje S. E. Palmeiras) para fazer o nosso uniforme, também vede e branco. Os irmãos Alberto e César Aboud identificaram-se com o futebol. Foi César quem promoveu a mudança nas cores do clube. Ele trabalhava na Filial da Chames no Rio de Janeiro. Por ser flamenguista a sete costados, assim que retornou a São Luís, provocou uma Assembleia Geral e o Moto Club passou a ser vermelho e preto”, cores que prevalecem até hoje.

De 1938 a 1942 o Moto não conquistou nenhum título estadual de futebol. César Aboud resolveu em 1944 contratar o uruguaio Comitante para dirigir o Moto. “Ele iniciou a fantástica trajetória rubro-negra de levantar sete títulos estaduais seguidos (1944 a 1950) e mais o famoso título de Papão do Norte, quando abateu todos os adversários da região em 1947. Acho que é o único clube que alcançou esse feito no Norte/Nordeste do país”. Comitante contratou um time de craques de outros Estados, o que terminou sendo fundamental para a descoberta de talentos maranhenses.

João Mouchrek, além de fundador, foi goleiro do Moto. Como apreciador do esporte, praticou motociclismo, futebol, atletismo, basquete, boxe e voleibol. Desde 1932 mantém uma paixão fervorosa pelo Botafogo/RJ. Em 1958, antes de o Brasil conquistar o seu primeiro título mundial na Suécia, o Botafogo veio jogar em São Luís. Após o jogo, ele recepcionou os jogadores botafoguenses em sua residência. Como recordação desse encontro, guarda com carinho um cartão com o símbolo do Botafogo assinado por Nilton Santos, Garrincha, Didi, João Saldanha e outras feras ligadas ao clube carioca.

Nos anos de 1942/43 exerceu a presidência do Moto. Depois, virou uma espécie de tesoureiro permanente do clube. Hoje é conselheiro e único sócio fundador vivo do rubro-negro. Viu várias formações motenses vitoriosas. Relembra dos nomes que considera a melhor de todas, justamente aquela que tornou o Moto o “Papão do Norte”: Rui; Santiago e Carapuça; Sandoval, Frázio e Nascimento; Mosquito, Valentim, Galego, Pepê e Jaime. “Eles impunham respeito a qualquer adversário”.

Com certeza foi o início da nação rubro-negra, que até hoje faz ecoar pelos estádio os gritos de “viva” ao Moto Club de São Luís.

 João e familiares

 João e seus pais

 João Mouchrek em sua motocicleta

 João na motocicleta na Avenida Beira-Mar, em 1936

 João, esposa e filhos

 Formação do Moto Club, em 1946. Em pé: João Mouchrek, Rui, Merci, Gegeca, Pinheirense, Carapuça e Mourãozinho; Agachados: Batistão, Galego, Ênio Silva, Ananias e Dengoso


Verandy Nascimento Fontes

 
Matéria de Edivaldo Pereira Biguá e Tânia Biguá, página "Onde Anda Você?", do Jornal O Estado do Maranhão, 08 de Abril de 2002
 
 Verandy (ao centro) apitou em 1989 o VX Copão da Amazônia em Porto Velho/RO, auxiliado por Zé Maria Dias do Pará (esquerda) e Jefferson (Acre)
 
Verandy Fontes era um comerciante que queria ser aviador. Terminou se envolvendo com a arbitragem de futebol. Ficou famoso como bandeirinha. Viajou por vários Estados brasileiros trabalhando em competições nacionais. Adquiriu respeito de atletas, dirigentes e de colegas de profissões. Hoje acompanha o esporte de longe. Reconhece que em termos de popularidade muito deve a essa profissão que desenvolveu paralelamente ao comércio.

Nada é por acaso. Mas de formos analisar a vida de Verandy Nascimento Fontes, não era para ele ter se envolvido com o futebol. Criado dentro dos preceitos da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não teve liberdade para jogar bola, assistir jogos e viver o esporte como qualquer outro garoto. Somente quando já estava com 22 anos de idade é que resolveu fundar junto com os amigos o Atlântico Futebol Clube para jogar no Bairro São Cristóvão, em São Luís. “Eu jogava de lateral-esquerdo ou zagueiro”, conta. O irmão Jeremias acrescenta: “Ele quebrava o galho, afinal foi jogar depois de adulto”.

PILOTO DE AVIÃO – Com 27 anos resolveu ser piloto da aviação privada. Passou a frequentar o Aeroclube do Maranhão, que funcionava sem avião. Ele e outros companheiros foram conseguindo estruturar a instituição, que passou a ter uma aeronave para aulas e testes. Chegou a ser tesoureiro por dois anos.

Já em 1979 virava proprietário de um comércio de autopeças. A paixão pela aviação continuava. Obteve o brevet, uma carteira de habilitação para pilotar avião. Um fato interessante aconteceu às vésperas do “cheque” (teste). “Eu estava pilotando o avião do aeroclube quando aconteceu um incidente em São Luís. Por causa de uma corrente de ar, o avião planou (virou). Ainda bem que nada aconteceu. Apesar do susto, no dia seguinte fui para Belém, fiz o teste para tirar o brevet e passei”.

E agora, se perguntava Verandy, valeria a pena reiniciar a vida numa profissão incerta e de investimento alto para um iniciante? “Continuar com a aviação seria caro e demandaria tempo. Muitos amigos seguiram carreira. Eu resolvi fica mesmo no comércio”.

FUTEBO POR ACASO. A Federação Maranhense de Futebol (FMD), administrada por Olímpio Guimarães em 1975/76, promoveu um curso para a formação de novos árbitros, ministrado pelo veterano Wilson de Moraes Van Lume (já falecido). Verandy Fontes participou e foi aprovado, mas não nos primeiros lugares. Ficou vinculado à FMD apitando jogos de categoria amadora por quatro anos. Por volta de 1983 veio a primeira partida como profissional, entre Vitória do Mar e Boa Vontade. Uma oportunidade que serviu para dar confiança.

Do Campeonato Maranhense para competições interestaduais foi um pulo. O árbitro Josenil Sousa indicou o nome de Verandy Fontes para o teste a ser coordenado pela Comissão Brasileira de Arbitragem de Futebol – Cobraf. A partir daí ele passou a fazer parte do seleto time de árbitros do quadro nacional. “Meu primeiro trabalho foi em Manaus/AM, auxiliando Nacor Arouche, ei com a bandeira amarela e Sérgio Faray com a vermelha”.

Esse trabalho marcou por causa de um fato ocorrido em campo e que ele nos conta. O famoso centroavante Dadá Maravilha estava jogando pelo Nacional de Manaus. “Dadá chutou uma bola para o gol, o zagueiro foi desviar e a bola entrou. O centroavante correu para o Nacor e pediu pelo amor de Deus para que na súmula constasse gol dele e não gol contra do zagueiro. Nacor atendeu a esse pedido. Tempos depois, a Cobraf passou a orientar para, nesses casos, o árbitro realmente dar o gol para o time que ataca, porque um zagueiro jamais terá a intenção de marcar um gol contra o seu próprio time”.

FIRME NA BANDEIRA – Com um ótimo preparo físico, visão de campo e tranquilo na hora de tomar decisões, era natural que as oportunidades fossem urgindo e viagens também, principalmente depois que Domingos Leal foi ser vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol e José Alberto Geografia assumiu a Cobraf.

Algumas partidas ele lembra como se fosse hoje, como Palmeiras x Corinthians no Estádio Pacaembu, em 25 de Outubro de 1987. O jogo teve como árbitro principal o maranhense Lecílio Estrela, auxiliado por Edjan de Jesus e Verandy Fontes. Terminou em 0x0. Verandy na bandeira amarela chegou a anular um gol impedido do ataque corintiano. “Recebi elogios pela coragem. Realmente houve impedimento. O mestre Van Lume me ligou paa dar os parabéns, oque me deixou satisfeito pelo dever cumprido”.

Outro interestadual famoso que participou foi a decisão do Campeonato Brasileiro de 1987, entre Sport Recife/PE e Guarani de Campinas. Árbitro principal, Josenil Sousa foi auxiliado por Lercílio Estrela e Verandy Fontes. Na decisão por pênaltis, foram efetuadas 26 cobranças. Mesmo sem ter tido um vencedor, o Sport foi considerado campeão brasileiro.

Envolveu-se em polêmicas também como árbitro principal. “Apitei num sábado à noite um clássico Sampaio Corrêa e Maranhão. O falecido zagueiro Rosclin deu um soquinho na bola quase imperceptível. Marquei pênalti. Os profissionais da imprensa, inclusive, ficaram até a terça me malhando. Só pararam depois que Juracy Vieira veio a público reconhecer que eu estava correto e que realmente havia sido pênalti. “Ele comprovou após assistir a fita de vídeo do jogo. Fiquei surpreso com essa qualidade de Juracy Vieira e passei a respeitá-lo muito mais”.

Em 1993 Verandy Fontes parou de ser árbitro do quadro nacional por causa da idade (45 anos) Continuou no futebol maranhense até 1997, completando 21 anos de arbitragem.
 
 

sábado, 23 de agosto de 2014

PROMOÇÃO: Kit caneca/mouse pad/camisa do livro do MAC



Quer ganhar um super kit com uma camisa, um mouse pad e uma linda caneca em promoção pelo livro do Maranhão Atlético Clube? Acesse o link abaixo e saiba como:


REGULAMENTO

1 - Para que sua participação seja válida e tenha direito a levar o prêmio caso seja o contemplado, você precisa curtir a página do livro do MAC no facebook (https://www.facebook.com/livrodomac) e compartilhar esta imagem da promoção.
2 - Agora basta acessar a página do sorteio no Facebook e clicar em “quero participar” (há necessidade de dar permissão ao aplicativo).
3 - O sorteio será realizado no dia 11 de Setembro, através do aplicativo sorteie.me (a data do sorteio está sujeita a alteração)
4 - Se o participante sorteado não estiver apto a receber o prêmio por não cumprir quaisquer das regras, será feito novo sorteio.
5 - O contemplado será contactado via Facebook e terá um prazo de 5 dias para enviar resposta.
6 - O prêmio deve ser entregue em comum acordo (local, data e hora) com o autor do livro
 


Inauguração da Sede Social do Sampaio Corrêa, em 1979


Em Dezembro de 1979, o Sampaio Corrêa, graças ao dinheiro arrecadado com a promoção do bingo "Super Bolão da Sorte", inaugurou a sua sede, no Bairro do Turu e que foi batizado com o nome de Parque Dr José Carlos Macieira, médico, torcedor boliviano e abnegado pelo clube. A seguir, deixo alguns trechos de matérias sobre a véspera da inauguração da casa boliviana, dia 29 de Dezembro de 1979.

Sede do Sampaio Corrêa em fase de conclusão

“Sampaio tem quase tudo construído na sua sede”
O Sampaio, que deverá fazer sua grande festa no próximo dia 29 de Dezembro entregando a torcida maranhense parte do seu patrimônio do Turu, devendo ainda na oportunidade inaugurar quadra de futebol de salão, com um torneio, estando a mesma sendo concluída faltando apenas o piso, que será de cimento. Também irá inaugurar seu salão de danças, devendo funcionar precariamente a churrasqueira, até que esta fique preparada totalmente.

Toda a secretaria e o setor administrativo do clube boliviano estão construídos, estando os operários dando os retoques finais nas paredes para recebimento da pintura. Os telhados da churrascaria e do salão de danças estão sendo colocados, sendo que, do projeto anterior houve mudança porque o mesmo não será em forma de V.

As esquadrarias de cerca de 21 janelões, que circundam o salão de danças e a churrascaria, já foram colocados, faltando apenas os vidros, a serem colocados nos próximos dias, devendo, quando da inauguração, esta parte se encontrar totalmente acabada.

A diretoria sampaína pretende levar naquele dia até a sede grande massa de torcedores, para ver mais de perto as obras, que serão a redenção do clube, e o desejo de muitos já 55 anos, desde a fundação do mesmo. O dinheiro arrecadado do Bolão está sendo totalmente empregado na obra, sendo que já foram entregues à firma construtora cerca de Cr$ 2,9 milhões.



“Pronta a festa do Sampaio amanhã na sede própria do Turu”
Estão tomadas todas as providências para que seja revestida de grande sucesso a festa programada pela diretoria do Sampaio Corrêa, levando amanhã os seus torcedores e associados a observarem o andamento das obras de construção da sede do clube, que está sendo erguida com os recursos da promoção Super Bolão da Sorte. A informação fi transmitida pelo presidente Chafi Bride, que garante que todos terão grandes surpresas ao chegarem ao local, pelo progresso da execução dos trabalhos.

A festa deverá durar o dia todo, começando por volta das 9 horas, com o cumprimento de vasta programação, contando com brincadeira de pau-de-sebo, partida de futebol de salão entre os times de conselheiros e associados, sempre com a animação do conjunto “Super King Sound”, além do bingo de 26 camisas do Sampaio.

No churrasco gaúcho, de três bois que será servido aos presentes, acompanhado de muita cerveja gelada, pela metade do preço, a título de colaboração da Cervamar, todos terão oportunidade de participar. Os cartões para a festa de amanhã estão sendo vendidos ao preço de CR$ 200 e poderão ser adquiridos na secretaria do clube, à rua Humberto de Campos, 185 A, ou com os dirigentes da agremiação.

Como já foi amplamente anunciado pela direção da equipe, toda a renda de amanhã será empregada na formação do novo time para a campanha de 80. Várias autoridades estão sendo convidadas pela diretoria do Sampaio Corrêa, estando confirmada a presença do empresário Franzé Moraes, diretor da Taurus Publicidade e eleito recentemente para a presidência do Ceará Sporting, de Fortaleza.

O treinador Caiçara, que rescindiu o seu contrato com o Botafogo da Paraíba, será mesmo o novo técnico do Sampaio, faltando apenas detalhes para o acerto final. Os contratos entre Caiçara e o presidente Chafi Bride estão sendo mantidos quase que diariamente, inclusive com o preparador já tendo sido inteirado das necessidades da equipe em termos de reforços. Todavia, sobre os novos jogadores, o dirigente máximo sampaíno garantiu que os mesmos estão sendo acertados de que virão do futebol carioca, mas não quis ainda adiantar os nomes, pois teme que algum possa “zebrar”.